Caso André Fernandes: relatório deve apontar quebra de decoro do parlamentar

Parlamentares, reservadamente, consideram que deve haver punição ao parlamentar pelas acusações, mas não deve ser de cassação do mandato

 

 Ainda não se diz abertamente, mas os deputados estaduais já sabem que o relatório do ouvidor da Assembleia Legislativa, deputado Romeu Aldigueri (PDT), vai confirmar que houve quebra de decoro parlamentar nas declarações de André Fernandes com acusações a colegas. A punição poderia chegar até a cassação do mandado, o que não deve ocorrer. Parlamentares dizem, reservadamente, que deve haver uma punição, mas não cassação. Primeiro, genericamente, André acusou parlamentares de integrarem facção criminosa. Depois, concentrou a suspeita no deputado Nezinho Farias (PDT), mas acabou pedindo desculpas. RELEMBRE O CASO Nezinho POLÍTICA Caso André Fernandes e Nezinho Farias vai parar na Justiça    André Fernandes x Nezinho Farias: entenda o caso POLÍTICA André Fernandes x Nezinho Farias: entenda o caso Nesta quarta-feira, às 16h, está marcada uma reunião do presidente da Assembleia, José Sarto, com o presidente do Conselho de Ética, deputado Antônio Granja, e o ouvidor da Casa. No encontro, eles devem definir os prazos. Primeiro para que André Fernandes seja comunicado do relatório e depois para marcar a reunião do Conselho que tratará sobre o assunto. Pelo regimento interno, a reunião precisa ser fechada, mas há um debate entre os parlamentares se o presidente do Conselho, antônio Granja, poderia modificar essa determinação. PALAVRAS-CHAVES: ANDRÉ FERNANDES NEZINHO FARIAS ASSEMBLEIA LEGISLATIVA CONSELHO DE ÉTICA

André Fernandes chegou a reconhecer o erro e pedir desculpas ao colega de AssembleiaFoto: José Leomar

 

Ainda não se diz abertamente, mas os deputados estaduais já sabem que o relatório do ouvidor da Assembleia Legislativa, deputado Romeu Aldigueri (PDT), vai confirmar que houve quebra de decoro parlamentar nas declarações de André Fernandes com acusações a colegas. A punição poderia chegar até a cassação do mandado, o que não deve ocorrer. Parlamentares dizem, reservadamente, que deve haver uma punição, mas não cassação.

Primeiro, genericamente, André acusou parlamentares de integrarem facção criminosa. Depois, concentrou a suspeita no deputado Nezinho Farias (PDT), mas acabou pedindo desculpas.

Nesta quarta-feira, às 16h, está marcada uma reunião do presidente da Assembleia, José Sarto, com o presidente do Conselho de Ética, deputado Antônio Granja, e o ouvidor da Casa.

No encontro, eles devem definir os prazos. Primeiro para que André Fernandes seja comunicado do relatório e depois para marcar a reunião do Conselho que tratará sobre o assunto.

Pelo regimento interno, a reunião precisa ser fechada, mas há um debate entre os parlamentares se o presidente do Conselho, antônio Granja, poderia modificar essa determinação.

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