Liberdade, autoconhecimento e superação: como o esporte mudou a vida de paratleta recordista do CE

“Para ser livre, você deve buscar o autoconhecimento”. A frase é de Fah Fonseca, a Maria de Fátima, um dos principais nomes do esporte paraolímpico mundial. Cearense e defedendo as cores do Fortaleza Esporte Clube, a dona de 24 quebras de recordes concedeu entrevista ao Diário do Nordeste nesta quarta-feira (12), em live do “Dias Melhores“, página com matérias positivas, que traz também histórias de pessoas que são inspiração e exemplos de superação.

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Credenciada para defender a Seleção Brasileira na modalidade de corrida nos Jogos Paralímpicos de Tóquio em 2021, a atleta reforça que a relação com o esporte é também libertação.

Confira entrevista completa:

“Hoje não importa mais se eu fico em primeiro ou terceiro, que eu possa continuar sentindo aquele ventinho de liberdade no rosto cruzando a linha de chegada. Eu quero só continuar, não importa qual posição, só quero sentir esse ventinho de liberdade”.

Primeira pessoa com deficiência na família, Fah relata que passou por um momento difícil na adolescência e chegou a acreditar que não passaria dos 23 anos. Nesta época, quando ela “nem imaginava que um dia seria atleta”, o sonho dela era ir para Jericoacoara. 

“A única coisa que eu queria era ir para Jericoacara, era meu único sonho. E ter ido três vezes para o Japão, a grandiosidade, o quanto Deus é maravilhoso, o quanto o esporte me trouxe à vida e me fez ver com outros olhos a vida. O esporte me deu oxigênio para continuar vivendo”, comenta Fah, afirmando que antes do esporte ela só “vegetava”. 


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