“Montamos o mais caro e melhor elenco da nossa história”, diz Robinson de Castro

Por Redação, 08:57 / 05 de Maio de 2020

Presidente do Ceará exaltou as contratações para a temporada de 2020

Ceará iniciou a temporada de 2020 com um grande investimento no elenco. Após o último ano sem títulos, a diretoria alvinegra ampliou os gastos do orçamento no setor de futebol, fez 12 contratações nos primeiros meses e assumiu uma folha salarial de R$ 3,5 milhões mensais. O presidente do clube, Robinson de Castro, afirmou que se trata do melhor plantel da história do Vovô.

“Nós montamos o mais caro e melhor elenco da nossa história. Adquirimos e disputamos a compra de jogadores no mercado com história vitoriosa, o que é muito importante. Jogadores com outro patamar de perfil técnico e liderança. Podem chegar e dizer algo importante, como o Sobis, com obsessão de vencer, transformar o clube, um cara com currículo, então estamos nos preparando mais”, declarou em entrevista ao canal da Pluri Consultoria no YouTube.

Elenco do Ceará retoma atividades com treinamentos à distância e acompanhamento online

Ceará receberá kits de teste para coronavírus na terça (5)

E até a pandemia do novo coronavírus, com a suspensão dos jogos, o Ceará estava invicto: sete vitórias e oito empates, com aproveitamento de 64,4%. Também ocupava o G4 do Campeoanto Cearense e da Copa do Nordeste, além da chegada à 3ª fase da Copa do Brasil. Mesmo assim, Robinson ressalta que o objetivo máximo é a manutenção na Série A do Brasileiro.

“Para boa parte dos clubes da Série A, o primeiro projeto é continuar na Série A, a permanência é fundamental para a sobrevivência e sustentabilidade. Internamente, temos sonhos maiores, mas é difícil falar porque é uma competição de tanta dificuldade que não pode se dar ao luxo de dizer que vai disputar uma vaga na Libertadores”, apontou.

Com a diminuição de receitas, o Ceará acertou a redução salarial dos funcionários para o mês de maio. O clube aguarda uma posição do Governo do Estado sobre o retorno dos treinos e iniciou atividades à distância a partir desta terça-feira (5). Um protocolo médico também foi montado para a segurança dos atletas em caso de uso do CT.

Confira outros pontos da entrevista

Troca de técnico
“Ano passado, fizemos uma campanha de Libertadores depois do Lisca. Em 2017, tive o Sérgio Soares e ficou 10 jogos sem ganhar. Não tirei ele e fui criticado porque não tinha comando. Ano passado, o Enderson ficou 10 jogos sem vencer, fiz a mudança e quando terminou, falaram para manter o Enderson. Não vejo problema com troca, tem que ter o resultado. Tem uns que contratamos e não sabe de nada, não consegue treinar”.

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