Suposto namorado de Gugu solicita reconhecimento de união estável na Justiça

Por Redação, 14:56 / 11 de Maio de 2020

A defesa do chef Thiago Salvático apresentou documento que detalha o relacionamento de sete anos dos dois

O chef de cozinha Thiago Salvático, conhecido como suposto namorado de Gugu Liberato, entrou na Justiça com pedido de reconhecimento de união estável com o apresentador, que faleceu em novembro de 2019 após sofrer um acidente doméstico.

Em fevereiro deste ano, o chef já havia contratado advogados para pleitear o direito de estar no inventário milionário deixado por Gugu. 

De acordo com o portal Notícias da TV, na ação, Thiago afirma ter se relacionado com o apresentador por mais de sete anos e que, durante três deles, tiveram uma vida conjugal. 

O processo, de mais de 100 páginas, foi protocolado na 9ª Vara de Família e Sucessões do Foro Central da Comarca de São Paulo. O documento apresenta detalhes do relacionamento dos dois com comprovantes de viagens, fotos do casal e trechos de conversas pelo WhatsApp em que se chamavam pelos apelidos carinhosos: “Paxtel” e “Poxinha”. 

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Thiago faz o relato desde o dia em que conheceu Gugu, em novembro de 2011, até o falecimento do apresentador. A relação, no entanto, só começou em maio de 2012, quando fizeram a primeira viagem juntos para Milão, na Itália. 

Mais de 40 destinos visitados por eles são mencionados por Thiago, entre eles Espanha, Dubai, Finlândia, África do Sul e Paris. 

Ainda de acordo com o processo, o chef afirma que os dois queriam formar uma família. A conversa em que assumiram o compromisso aconteceu durante uma viagem à Suíça em novembro de 2016. As provas ainda dão conta de cartões de crédito compartilhados e investimentos em conjunto. 

Para o advogado Nelson Wilians, que representa Rose Miriam, mãe dos filhos do apresentador, o processo é “uma tentativa sórdida de criar tumulto processual”. Em nota enviada à imprensa, ele ainda afirmou que não teve acesso ao processo. 

“Não tive acesso ao processo, mas, de antemão, pergunto: o relacionamento era público, contínuo e com o objetivo de constituir família? Não é possível sequer saber se realmente houve um relacionamento, porque não me consta que

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